sexta-feira, 12 de junho de 2009
Wistrol Anabolizante

Este esteróide pode vir na versão oral e injetável em diluente aquoso. Winstrol é um esteróide pouco androgênico e moderadamente anabólico, não promovendo aromatização nem retenção hídrica significativa, porém em alta dosagem pode ser tóxico ao fígado principalmente o oral. O Winstrol é bastante controvertido no mundo do culturismo.
Enquanto algumas pessoas experimentam ganhos de força e volume, outras afirmam que comprar Winstrol é perda de tempo e dinheiro. Talvez só algumas pessoas tenham os receptores específicos para este componente químico. De qualquer forma, o Winstrol só se verifica a utilização em fase de definição quando se busca densidade sem correr o risco de acumular líquido subcutâneo. É administrado com o Parabolan ou o Primobolan. Algumas mulheres utilizam esta droga em dosagens baixas e mesmo assim parece ocasionar pequena virilização em algumas.
Enquanto algumas pessoas experimentam ganhos de força e volume, outras afirmam que comprar Winstrol é perda de tempo e dinheiro. Talvez só algumas pessoas tenham os receptores específicos para este componente químico. De qualquer forma, o Winstrol só se verifica a utilização em fase de definição quando se busca densidade sem correr o risco de acumular líquido subcutâneo. É administrado com o Parabolan ou o Primobolan. Algumas mulheres utilizam esta droga em dosagens baixas e mesmo assim parece ocasionar pequena virilização em algumas.
Prejudicial a Saúde
Efeitos Colaterais de uso de Anabolizantes
Impotência e Esterelidade
No início de um ciclo de esteróide, normalmente o homem passa por um período de excitação sexual com aumento na freqüência de ereções. Porém, este efeito tem duração de algumas semanas, revertendo-se gradualmente para a perda de interesse sexual. Esta redução de libido sexual resultado do cessamento ou redução na produção natural de testosterona devido à elevação excessiva de testosterona no corpo, proveniente da administração de esteróides anabólicos. Qualquer sintoma de impotência é temporário e cessa à medida que o esteróide deixa de ser administrado.
Atletas que fazem ciclos de esteróides muito longos, periodica¬mente administram HCG (gonadotrofina coriônica humana) em intervalos regulares, usualmente a cada seis semanas. Neste caso, a HCG estimula os testículos a produzir testosterona natural, evitando assim os sintomas mencionados.
O HCG também é utilizado no final do ciclo de esteróides para acelerar a volta da produção natural de testosterona e muitas vezes para reduzir o intervalo entre ciclos de esteróides.
Atletas que fazem ciclos de esteróides muito longos, periodica¬mente administram HCG (gonadotrofina coriônica humana) em intervalos regulares, usualmente a cada seis semanas. Neste caso, a HCG estimula os testículos a produzir testosterona natural, evitando assim os sintomas mencionados.
O HCG também é utilizado no final do ciclo de esteróides para acelerar a volta da produção natural de testosterona e muitas vezes para reduzir o intervalo entre ciclos de esteróides.
Na semana que vem vamos postas efeitos colaterais referente a Dores de Cabeça e Problemas de Tendões e Ligamentos.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Musculação cura Osteoporose

DENSIDADE MINERAL ÓSSEA
A densidade mineral óssea (Boné Mineral Density – BMD) é a quantidade de mineral ósseo por área medida do osso (gramas por centímetros quadrados). Atingir uma densidade mineral óssea maior ao longo da vida pode ajudar a prevenir a osteoporose e fraturas. A BMD aumenta em resposta à aplicação de estresse mecânico e diminui quando as forças geradas pelo estresse são removidas [64].
A densidade mineral óssea (Boné Mineral Density – BMD) é a quantidade de mineral ósseo por área medida do osso (gramas por centímetros quadrados). Atingir uma densidade mineral óssea maior ao longo da vida pode ajudar a prevenir a osteoporose e fraturas. A BMD aumenta em resposta à aplicação de estresse mecânico e diminui quando as forças geradas pelo estresse são removidas [64].
Parece que a magnitude do estresse sobre uma área de osso é o maior determinante de BMD e não o numero de vezes que o estresse é repetido. Períodos breves de alta intensidade de sobrecarga que geram uma diversidade de padrões de tensão sobre os ossos produzirão a máxima resposta osteogênica [65].
Dessa maneira, o treinamento resistido é mais recomendado do que as atividades de baixa intensidade, tais como caminhar.
Por exemplo, Nelson e colaboradores [8,12] relataram um aumento de BMD no colo do fêmur (1%) e na coluna lombar (1%) em mulheres pós-menopausadas, após um ano de treinamento resistido,
Comparado com uma diminuição (-2,5 e -1.8% respectivamente) no grupo controle. A massa muscular, a força e o equilíbrio dinâmico aumentaram nas mulheres dos treinamentos de força e diminui no grupo controle. A resposta da BMD é especifica para a região do osso onde o estresse é aplicado – similar aos aumentos em força e massa muscular, quando os músculos específicos são estimulados.
Por exemplo, Nelson e colaboradores [8,12] relataram um aumento de BMD no colo do fêmur (1%) e na coluna lombar (1%) em mulheres pós-menopausadas, após um ano de treinamento resistido,
Comparado com uma diminuição (-2,5 e -1.8% respectivamente) no grupo controle. A massa muscular, a força e o equilíbrio dinâmico aumentaram nas mulheres dos treinamentos de força e diminui no grupo controle. A resposta da BMD é especifica para a região do osso onde o estresse é aplicado – similar aos aumentos em força e massa muscular, quando os músculos específicos são estimulados.
Portanto, um protocolo de treinamento resistido que consista de uma série de repetições para vários exercícios, usando pesos livres ou maquinas, duas ou três vezes por semana, deve fornecer um estimulo adequado para aumentar a BMD nas regiões anatômicas que são submetidas a estresse e é o protocolo recomendado [12].
Kerr e colaboradores [66] demonstraram que um protocolo padrão de 8-10 repetições, ou seja, 8-10 RM, comparado a 20-25 RM, geralmente considerado resistência leve, é exigido para aumentar a densidade mineral óssea em locais específicos. Kerr e colaboradores [66] levantam a hipótese de que o mecanismo de osteogênese (formação de osso) ocorre como um resultado da tração sobre o osso, o que é medicado pela ação muscular no local onde o tendão está ligado ao osso. Os resultados sugerem que a resposta osteogenica esta relacionada com a magnitude da carga é aplicada – cargas maiores e menos repetições.
Kerr e colaboradores [66] demonstraram que um protocolo padrão de 8-10 repetições, ou seja, 8-10 RM, comparado a 20-25 RM, geralmente considerado resistência leve, é exigido para aumentar a densidade mineral óssea em locais específicos. Kerr e colaboradores [66] levantam a hipótese de que o mecanismo de osteogênese (formação de osso) ocorre como um resultado da tração sobre o osso, o que é medicado pela ação muscular no local onde o tendão está ligado ao osso. Os resultados sugerem que a resposta osteogenica esta relacionada com a magnitude da carga é aplicada – cargas maiores e menos repetições.
Os pesquisadores concluíram que a magnitude da carga é mais importante que o numero de ciclos de cargas para o aumento da densidade óssea.
Os aumentos na densidade óssea neste estudo [66] também foram em áreas especificas, ou seja, os aumentos ocorrem nos locais de ligamentos (trocanter e intertrocanter) dos músculos específicos envolvidos nos exercícios que foram realizados. A razão pela quais muitas mulheres podem temer o uso de dogras pesadas (6-10 RM) é que elas possam produzir grandes músculos, uma conseqüência muito improvável em qualquer protocolo (veja depois mais detalhes), e assim elas tendem a utilizar uma resistência mais leve e um grande numero de repetições (20-25 RM).
Os aumentos na densidade óssea neste estudo [66] também foram em áreas especificas, ou seja, os aumentos ocorrem nos locais de ligamentos (trocanter e intertrocanter) dos músculos específicos envolvidos nos exercícios que foram realizados. A razão pela quais muitas mulheres podem temer o uso de dogras pesadas (6-10 RM) é que elas possam produzir grandes músculos, uma conseqüência muito improvável em qualquer protocolo (veja depois mais detalhes), e assim elas tendem a utilizar uma resistência mais leve e um grande numero de repetições (20-25 RM).
Menor numero de repetições com carga mais pesada parece ser mais benéfico para o aumento da densidade mineral óssea. Uma ampla variedade de exercícios, incluindo os de sustentação do peso corporal, devem ser empregados para estimular o aumento Maximo na densidade óssea em todo o corpo – outra boa razão para realizar uma variedade de exercícios, incluindo alguns de sustentação do peso corporal, em lugar de múltiplas séries do mesmo exercício. Parece provável que o protocolo geralmente recomendado (6 a 10 repetições usando 4 segundos para elevar a resistência e 4 segundos para baixar a resistência – veja depois) ira impactar favoravelmente a densidade mineral óssea e é similar ao protocolo usado em estudos nessa área [8,12].
HABILIDADE FUNCIONAL
O treinamento resistido tem grande potencial para aumentar habilidades funcionais em populações idosas. Fiatarone e colaboradores [67] relataram os efeitos de 10 semanas de treinamento resistido em 63 mulheres e 37 homens entre 82 e 98 anos de idade. A força aumentou 113%, a área muscular da coxa aumentou 3%, a velocidade da marcha aumentou 12%, e a potência para subir escadas aumentou 28%.
HABILIDADE FUNCIONAL
O treinamento resistido tem grande potencial para aumentar habilidades funcionais em populações idosas. Fiatarone e colaboradores [67] relataram os efeitos de 10 semanas de treinamento resistido em 63 mulheres e 37 homens entre 82 e 98 anos de idade. A força aumentou 113%, a área muscular da coxa aumentou 3%, a velocidade da marcha aumentou 12%, e a potência para subir escadas aumentou 28%.
A suplementação nutricional não afetou as medidas dos efeitos obtidos.
Os autores concluíram que pouca mobilidade observada em pessoas muito idosas esta fortemente relacionada com fraqueza muscular. Eles demonstraram que os músculos dos idosos respondem muito bem ao treinamento resistido e que a resposta é acompanhada de aumentos na mobilidade funcional e atividade geral [65]. Vanderhoek e colaboradores [68] relataram aumentos de força entre 41 e 96% (em média 61%) em 8 exercícios após 32 semanas de treinamento resistido em mulheres idosas. Também foi demonstrada melhora significante em testes de equilíbrio, relacionados com aumentos da força dinâmica.
Estas respostas aos treinamentos resistidos podem reduzir o risco de quedas nessa população e também aumentar ou prolongar os níveis de independência, melhorando a qualidade de vida.
Os autores concluíram que pouca mobilidade observada em pessoas muito idosas esta fortemente relacionada com fraqueza muscular. Eles demonstraram que os músculos dos idosos respondem muito bem ao treinamento resistido e que a resposta é acompanhada de aumentos na mobilidade funcional e atividade geral [65]. Vanderhoek e colaboradores [68] relataram aumentos de força entre 41 e 96% (em média 61%) em 8 exercícios após 32 semanas de treinamento resistido em mulheres idosas. Também foi demonstrada melhora significante em testes de equilíbrio, relacionados com aumentos da força dinâmica.
Estas respostas aos treinamentos resistidos podem reduzir o risco de quedas nessa população e também aumentar ou prolongar os níveis de independência, melhorando a qualidade de vida.
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http://sportesaude.lojapronta.net
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